Lutas

Vale Tudo – MMA: uma mistura de boxe, Muay Thai, Wrestling, Kickboxing e Jiu-jitsu

O vale-tudo, ou MMA, é uma mistura de todas as artes marciais, com algumas regras pré-estabelecidas. Não existe mais nenhum lutador que vá competir utilizando apenas uma modalidade. Na verdade o que acontece hoje em dia  é que ele pode ser especialista em uma arte marcial mas é quase que obrigatório que tenha conhecimento de outras, para poder enfrentar seus adversários, atacando e defendendo.

 Abaixo citamos as principais artes marciais que estão presentes no Vale Tudo e suas principais características.Continue a ler »Vale Tudo – MMA: uma mistura de boxe, Muay Thai, Wrestling, Kickboxing e Jiu-jitsu

A crise chegou ao Vale Tudo – MMA

A crise financeira chega ao mundo do vale-tudo/ MMA – junho 2009

A crise financeira também vem afetando o mundo do vale-tudo e do MMA. As duas últimas grandes vítimas foram o EliteXC e o IFL, que não resistiram à turbulência e decretaram falência, deixando lutadores desempregados. Isso por que os prêmios para uma luta são algo totalmente fora do padrão de qualquer esporte praticado no Brasil.

O lutador Kimbo Slice, por exemplo, chegou a faturar com uma vitória US$ 500 mil, ou seja, mais de R$ 1 milhão. Para servir de comparação, o Palmeiras, caso ganhe a Libertadores, que é considerada o topo, só abaixo do Mundial, ganharia cerca de R$ 600 mil do patrocinador.Continue a ler »A crise chegou ao Vale Tudo – MMA

Família Gracie: a história dos fundadores do Jiu-Jtisu brasileiro

“Se você quer ter sua face esmurrada e arrebentada, seu traseiro chutado e seus braços quebrados, entre em contato com Carlos Gracie no endereço…”. Com este anúncio em jornais da década de 20, Carlos Gracie anunciava seus dotes de luta para poder pagar suas contas e também demonstrar a superioridade do jiu-jítsu (a “arte suave”, em japonês). Ele aprendera as técnicas com um mestre japonês e as adaptava para iniciar a única arte marcial brasileira realmente internacional.

A mensagem do anúncio era ousada. Mas Carlos Gracie, morto em 1994 aos 92 anos, tinha condição disso. Assim como seus irmãos (como Hélio), filhos (como Carlson e Rolls), sobrinhos (como Rickson, Royce e Rorion), netos (como Ryan) e bisnetos. Juntos e com um orgulho familiar incomum, os Gracie aperfeiçoaram a versão brasileira da luta ancestral japonesa com manobras de imobilização que possibilitam a alguém fisicamente mais fraco sobrepujar um oponente mais forte. E desafiaram e derrotaram praticantes de judô, caratê, capoeira, boxe, luta-livre e tantas outras modalidades.

O Jiu-Jitsu brasileiro se espalhou, superou em importância o jiu-jítsu original, triunfou em competições de vale-tudo e transformou o sobrenome Gracie numa marca forte, invejada, respeitada e temida. Que hoje se impõe com cerca de 150 descendentes do clã lutando, administrando academias ou apenas ensinando a arte no Brasil, Estados Unidos, Canadá, Europa, Japão e Emirados Árabes.Continue a ler »Família Gracie: a história dos fundadores do Jiu-Jtisu brasileiro